Uma sexagenária menina LGBTQIAPN+, em meio ao desejo e movimento de vida que traduz em arte, apresenta no espetáculo "Eu vou beijar" experiências narrativas, retrata invisibilidades, rastreando duradouros passados anos. Para tanto, uniu-se a mulheres contemporâneas de diferentes gerações e similares afetos. Daí, entre confidências, compartilharam delicadas memórias, sensíveis narrativas que compõem as cenas. Quer falar e escutar uma contemporânea plateia de diferentes gerações nesse espetáculo que é um brinde à visibilidade LGBTQIA+.